domingo, 11 de abril de 2010

Preparando para o Estágio

Esta semana tivemos a primeira reunião com a supervisora do estágio. Foi um momento, onde colocamos nossas expectativas e dificuldades. Vejo que tenho um grande desafio pela frente, mas a vida é assim mesmo, com grandes desafios, conquistas e experiências que fazem parte do nosso dia-a-dia. O estágio é uma etapa da minha vida, sendo esperado com muitos anseios e com certeza será de muita dedicação e lembrado com saudades.
Durante esta semana consegui observar a turma do 3º ano, na qual irei fazer o estágio, que por sinal me acolheram muito bem, percebi que serão momentos de desafios, mas também de aprendizagem, terei que ter muita perseverança e nos empenhar o máximo e, sobretudo, acreditar em minha capacidade.
Enfim, espero chegar ao final do estágio satisfeita, com minhas superações e mostrando que é possível fazer a diferença na vida dos outros.

domingo, 4 de abril de 2010

Angústia...

Nesta semana, momentos de angústia e incerteza fizeram parte de minha caminhada, pois estava esperando ordem da 11ª CRE para realizar o estágio na escola onde trabalho, já que queria realizar a observação e a diretora impediu de realizá-lo sem a ordem da CRE, onde me deixou angustiada. Entrando em contato com a tutora Rô, ela me deixou tranqüila e que essa semana tudo vai dar certo. Mas mesmo assim, a semana foi de grande proveito, conversei com a professora titular da minha turma do estágio, visitei a turma, conversei com a professora sobre eles, como anda as atividades. Fiquei um tanto apreensiva pelo número de alunos na sala (29 alunos), no entanto ela tranqüilizou-me bastante, dizendo que a turma é enorme, porém são alunos bem criativos, que rende as atividades e acredita que vai render um bom trabalho de estágio.
Também essa semana, trabalhei no Pbworks, fazendo a apresentação da escola, da turma e vendo e pensando como trabalhar as arquiteturas pedagógicas, não consegui definir bem o que vou fazer, espero que na aula presencial de amanhã, consiga uma orientação para realizá-lo.

sábado, 27 de março de 2010

VIII Semestre

Nesta semana, iniciamos mais uma etapa de nossa caminhada neste curso, podendo assim dizer que estamos na reta final. Neste penúltimo semestre se inicia com o tão esperado estágio, muitas expectativas para vivenciar mais esta experiência de minha vida, estou muito ansiosa, ansiedade esta, que mistura com prazer, pois me sinto que nem uma criança, esperando pelo seu primeiro dia de aula.
Sei que tenho um grande desafio pela frente, mas acredito que, com minha dedicação e esforço, consiga superar as dificuldades, colocar minhas aprendizagens em prática e que também os alunos sejam gratificados por este momento. Espero obter o sucesso dessa etapa e que esta experiência seja muito gratificante.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Reflexão sobre os PAs

Durante este curso, a interdisciplina do Seminário integrador mais uma vez me proporcionou aprendizagens. Uma delas foi aprender a fazer uso das metodologias de Projetos de Aprendizagens. Foi algo totalmente inovador para mim, no inicio muita insegurança, quanto ao colocar em prática na sala de aula. Percebi da importância de colocarmos em prática o desenvolvimento dos PAs com nossos alunos,pois se ocorrer de forma bem orientada, certamente irá colaborar para um bom desempenho, motivando-os para desenvolver suas potencialidades, construir seus conhecimentos, partindo do seu próprio contexto, realidade e sua curiosidade, levando-os a aprendizagens significativas e de qualidade.
Logo a seguir, num segundo momento, a interdisciplina proporcionou uma reflexão sobre a atividade do PA, mostraram os caminhos para a análise e debate das teses, levando a conferir nossas postagens e confrontar nossas idéias.
Através desse exercício pude constatar passos importantes para alcançar os objetivos nesta modalidade do Projeto de Aprendizagem. Entretanto, ao longo da atividade, fui percebendo que a análise proporcionou a reflexão de todo o trabalho que fizemos no PA. Também me fez refletir sobre as minhas próprias argumentações e aí que está a importância da ação/reflexão.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Linguagem

Durante esse semestre, a interdisciplina de Linguagem e Educação, está me proporcionando conhecimentos novos, pois a partir da leitura do texto: "Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola" de (KLEIMAN, 2006), pude compreender a diferença de alfabetização e letramento, e concluí que:
Alfabetização é ação de ensinar aprender a ler e a escrever.

Letramento é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita. Podendo assim, dizer que a alfabetização e o letramento se somam. A alfabetização é um componente do letramento.
O processo do letramento começa bem antes do processo de alfabetização, pois acredito que desde nosso nascimento, quando a mãe conversa com a criança, lendo historinhas, a criança já está sendo inserida no mundo letrado. Mesmo que adultos sejam analfabetos, de certa forma eles também são considerados letrados, embora não tenham sido escolarizadas, pois vivem em contato com a escrita, tomam ônibus, manuseiam dinheiro, etc., pois da sua maneira "lendo". Por isso o letramento é um processo que acontece na escola, na igreja, no sindicato ou em outras instituições, é um conceito mais amplo que alfabetização.
Portanto, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las (ou de associá-las)- letramento escolar-alfabetização, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação, possíveis, reconhecidas, necessárias e autênticas em um determinado conjunto cultural- letramento social.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

LIBRAS

A interdisciplina de Libras me proporcionou um maior conhecimento sobre a Cultura e a Comunidade de alunos surdos, pois até então tinha muito pouco conhecimento sobre o assunto.
Durante a aula presencial, a professora Carolina soube muito bem passar para nós, esta cultura, esta língua, que só olhando parecia muito fácil. Mas no momento que ela pediu que representássemos as letras, achei bem complicado, muitas letras não consegui fazer corretamente o movimento.
Com os textos da unidade 1, Cultura Surda e Comunidade Surda, compreendi que o aluno surdo deve ter contato com outros surdos, deve participar de comunidades sociais, onde possa se integrar e, realmente, interagir.Uma frase que a professora disse na aula presencial, que eu não havia me dado conta é que “surdo não é mudo”, pensando bem é uma grande verdade, mas ainda é muito comum atribuir ao surdo, pois já está enraizada a frase surda-muda em nossa cultura.
Hoje sei que existe para uma melhor comunicação entre as pessoas surdas, a Língua Brasileira de Sinais, que facilita o convívio nas comunidades surdas, que não participam só sujeitos surdos, há também sujeitos ouvintes, membros de família, intérpretes, professores, amigos que participam e compartilham os mesmos interesses para participar do entendimento dos surdos. Muitas vezes olhamos e nos parece fácil a LIBRAS, porém no contato direto com o surdo percebemos que não é simples assim. Os sinais devem ser feitos de forma clara e correta, pois NÃO são mímicas, para que o surdo realmente nos compreenda.
Portanto, nós profissionais da educação, acredito ser de grande valia entender e termos noção dos códigos, de suas regras gramaticais, dos sinais, para poder também participar do entendimento dos surdos, fazendo delas parte importante da sociedade, propiciando que as mesmas garantam seus direitos como cidadãs e participem de modo efetivo de decisões e também ajudando outras pessoas.

sábado, 10 de outubro de 2009

Refletindo a partir do comentário...

A partir do comentário do Professor Benites, estou aqui para acrescentar minhas reflexões sobre esta citação: “Penso que os profissionais desta modalidade de ensino devem estar preparados para atender os diferentes objetivos e características de cada educando...”
Quando citei que os profissionais de educação da EJA devem estar preparados para atender os educandos... é por que acredito, que para o professor trabalhar com jovens e adulto, não seja uma tarefa fácil, por que em primeiro lugar não podemos pensar, que iremos realizar nas aulas, o mesmo tipo de metodologia que realizamos com os alunos das séries iniciais.
E também trabalhar com essa modalidade, o professor deve estar preparado para propor atividades que estimulam a permanência dos alunos na escola, por que na maioria das vezes são alunos que chegam até a escola, desacreditados de seus potenciais, cansados pelo dia de serviço que tiveram cheios de problemas familiares e ainda tem que ir até a sala de aula à noite para aprender.