sábado, 27 de março de 2010

VIII Semestre

Nesta semana, iniciamos mais uma etapa de nossa caminhada neste curso, podendo assim dizer que estamos na reta final. Neste penúltimo semestre se inicia com o tão esperado estágio, muitas expectativas para vivenciar mais esta experiência de minha vida, estou muito ansiosa, ansiedade esta, que mistura com prazer, pois me sinto que nem uma criança, esperando pelo seu primeiro dia de aula.
Sei que tenho um grande desafio pela frente, mas acredito que, com minha dedicação e esforço, consiga superar as dificuldades, colocar minhas aprendizagens em prática e que também os alunos sejam gratificados por este momento. Espero obter o sucesso dessa etapa e que esta experiência seja muito gratificante.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Reflexão sobre os PAs

Durante este curso, a interdisciplina do Seminário integrador mais uma vez me proporcionou aprendizagens. Uma delas foi aprender a fazer uso das metodologias de Projetos de Aprendizagens. Foi algo totalmente inovador para mim, no inicio muita insegurança, quanto ao colocar em prática na sala de aula. Percebi da importância de colocarmos em prática o desenvolvimento dos PAs com nossos alunos,pois se ocorrer de forma bem orientada, certamente irá colaborar para um bom desempenho, motivando-os para desenvolver suas potencialidades, construir seus conhecimentos, partindo do seu próprio contexto, realidade e sua curiosidade, levando-os a aprendizagens significativas e de qualidade.
Logo a seguir, num segundo momento, a interdisciplina proporcionou uma reflexão sobre a atividade do PA, mostraram os caminhos para a análise e debate das teses, levando a conferir nossas postagens e confrontar nossas idéias.
Através desse exercício pude constatar passos importantes para alcançar os objetivos nesta modalidade do Projeto de Aprendizagem. Entretanto, ao longo da atividade, fui percebendo que a análise proporcionou a reflexão de todo o trabalho que fizemos no PA. Também me fez refletir sobre as minhas próprias argumentações e aí que está a importância da ação/reflexão.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Linguagem

Durante esse semestre, a interdisciplina de Linguagem e Educação, está me proporcionando conhecimentos novos, pois a partir da leitura do texto: "Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola" de (KLEIMAN, 2006), pude compreender a diferença de alfabetização e letramento, e concluí que:
Alfabetização é ação de ensinar aprender a ler e a escrever.

Letramento é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita. Podendo assim, dizer que a alfabetização e o letramento se somam. A alfabetização é um componente do letramento.
O processo do letramento começa bem antes do processo de alfabetização, pois acredito que desde nosso nascimento, quando a mãe conversa com a criança, lendo historinhas, a criança já está sendo inserida no mundo letrado. Mesmo que adultos sejam analfabetos, de certa forma eles também são considerados letrados, embora não tenham sido escolarizadas, pois vivem em contato com a escrita, tomam ônibus, manuseiam dinheiro, etc., pois da sua maneira "lendo". Por isso o letramento é um processo que acontece na escola, na igreja, no sindicato ou em outras instituições, é um conceito mais amplo que alfabetização.
Portanto, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las (ou de associá-las)- letramento escolar-alfabetização, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação, possíveis, reconhecidas, necessárias e autênticas em um determinado conjunto cultural- letramento social.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

LIBRAS

A interdisciplina de Libras me proporcionou um maior conhecimento sobre a Cultura e a Comunidade de alunos surdos, pois até então tinha muito pouco conhecimento sobre o assunto.
Durante a aula presencial, a professora Carolina soube muito bem passar para nós, esta cultura, esta língua, que só olhando parecia muito fácil. Mas no momento que ela pediu que representássemos as letras, achei bem complicado, muitas letras não consegui fazer corretamente o movimento.
Com os textos da unidade 1, Cultura Surda e Comunidade Surda, compreendi que o aluno surdo deve ter contato com outros surdos, deve participar de comunidades sociais, onde possa se integrar e, realmente, interagir.Uma frase que a professora disse na aula presencial, que eu não havia me dado conta é que “surdo não é mudo”, pensando bem é uma grande verdade, mas ainda é muito comum atribuir ao surdo, pois já está enraizada a frase surda-muda em nossa cultura.
Hoje sei que existe para uma melhor comunicação entre as pessoas surdas, a Língua Brasileira de Sinais, que facilita o convívio nas comunidades surdas, que não participam só sujeitos surdos, há também sujeitos ouvintes, membros de família, intérpretes, professores, amigos que participam e compartilham os mesmos interesses para participar do entendimento dos surdos. Muitas vezes olhamos e nos parece fácil a LIBRAS, porém no contato direto com o surdo percebemos que não é simples assim. Os sinais devem ser feitos de forma clara e correta, pois NÃO são mímicas, para que o surdo realmente nos compreenda.
Portanto, nós profissionais da educação, acredito ser de grande valia entender e termos noção dos códigos, de suas regras gramaticais, dos sinais, para poder também participar do entendimento dos surdos, fazendo delas parte importante da sociedade, propiciando que as mesmas garantam seus direitos como cidadãs e participem de modo efetivo de decisões e também ajudando outras pessoas.

sábado, 10 de outubro de 2009

Refletindo a partir do comentário...

A partir do comentário do Professor Benites, estou aqui para acrescentar minhas reflexões sobre esta citação: “Penso que os profissionais desta modalidade de ensino devem estar preparados para atender os diferentes objetivos e características de cada educando...”
Quando citei que os profissionais de educação da EJA devem estar preparados para atender os educandos... é por que acredito, que para o professor trabalhar com jovens e adulto, não seja uma tarefa fácil, por que em primeiro lugar não podemos pensar, que iremos realizar nas aulas, o mesmo tipo de metodologia que realizamos com os alunos das séries iniciais.
E também trabalhar com essa modalidade, o professor deve estar preparado para propor atividades que estimulam a permanência dos alunos na escola, por que na maioria das vezes são alunos que chegam até a escola, desacreditados de seus potenciais, cansados pelo dia de serviço que tiveram cheios de problemas familiares e ainda tem que ir até a sala de aula à noite para aprender.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Educação de Jovens e Adultos

Lendo o parecer CEB 11/200 Resolução CNE/CEB 1/2000, pude compreender que a Educação de Jovens e Adultos (EJA) caracteriza-se como uma proposta de ensino voltada ao atendimento aos que na idade própria, não tiveram acesso a escolarização, e nem domínio da escrita e da leitura ou foram impossibilitados devido a condições sociais adversas. Ser privado deste acesso é a perda de um instrumento necessário para uma presença significativa na sociedade. Por isso foi criado a EJA, para que todos tivessem um bom desenvolvimento de suas habilidades e adquirir um nível profissional mais qualificado. .
Penso que os profissionais desta modalidade de ensino devem estar preparados para atender os diferentes objetivos e características de cada educando, principalmente considerando a idade semelhante ou superior com a qual estarão trabalhando. Devem estar abertos ao diálogo e a compreensão de cada realidade, além de possuir a formação necessária, tornando-se capazes de construir projetos pedagógicos que atendam as necessidades e expectativas dos educandos, respeitando as normas e exigências respectivas desta modalidade.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Comênio o Pai da Didática Moderna


A grande obra pedagógica de Comênio, foi a “Didática Magna”(1657), marcando o início da sistematização da pedagogia. Nessa obra, o pensador realiza uma racionalização de todas as ações educativas, indo da teoria didática até as questões do cotidiano da sala de aula.
Comênio desenvolveu suas idéias sobre o ensino, usando quatro elementos importantes da sua pedagogia: a consideração do aluno, o ensino igual para todos, que a aprendizagem deve começar a partir dos sentidos, da percepção, da experiência do aluno e o bom relacionamento entre professor e aluno, como fundamento para a aprendizagem do aluno. A partir desses elementos, encontro no cotidiano de nossas escolas, profissionais que em suas práticas pedagógicas, se preocupam em trabalhar com os alunos a partir da realidade em que estão inseridas, suas experiências, potencialidades e valorizando suas capacidades de cada um.
Partindo desta busca, acredito que estamos promovendo uma construção de ensino com qualidade, de melhores aprendizagens, formando alunos pesquisadores, críticos, reflexivos e cidadãos ativos.